Sobre a grande safadeza que as brumas do cotidiano escondem.
"Adultar" vai ser o neologismo que invento agora para xingar essa fase da vida, que nos tira a maioria das horas de safadeza, e nos aplica amores incondicionais sobre filhos, monogamia, trabalho, família. (não que seja ruim, mas é bem um pelo outro).
Enquanto passo de um cômodo para o outro, ainda ouço aquelas músicas, sabe?
Aquelas da nossa época?
E vejo a silhueta do meu perfil pela janela, e ainda, ainda assim...
Ainda penso safadezas.
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